Aqui abordaremos vários temas de grande relevância para a família e a sociedade de forma geral. Temas que podem esclarecer dúvidas a respeito da guarda de seus filhos, alienação parental, homofobia, racismo, pedofilia, bullying, estupro e tantos outros temas. Sua participação é muito importante para nós. Deixe também sua opinião ou seu desabafo.
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
Cuidados na Administração de Medicamentos
Todos nós sabemos que não se deve consumir remédios sem prescrição médica. A auto medicação é de extremo prejuizo ao nosso organismo, pois pode causar sérios danos que podem ser até mesmo irreverssíveis levando à morte. Quando o médico nos prescreve um medicamento, na receita vem a dosagem que deve ser consumida a cada administração, a hora que deve ser ministrada, e por quantos dias você deve consumi-la. Nunca devemos exceder o prazo dado pelo médico ou deixar de tomá-lo antes do prazo. Tudo deve ser feito exatamente como foi prescrito. Em caso de dúvida devemos procurar pelo médico e pedir que nos esclareça o que não ficou bem entendido. Alguns medicamentos devem ser ministrados por uma pessoa habilitada, como o técnico de enfermagem, pois eles sabem como proceder.
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segunda-feira, 21 de agosto de 2017
Preciso de ajuda mas...
A humanidade caminha para a loucura gradualmente, a passos largos e parecendo que está com muita pressa de enlouquecer. A cada dia surge uma nova mania, uma nova síndrome, a loucura se repartindo ainda mais, se desconjuntando de modo tão "fracionado" que em pouco tempo não teremos como atender as necessidades psicológicas da humanidade.
Muitos estudos, observações, pesquisas e comparações vão sendo tecidas no intuito de minimizar situações e ou resolver os problemas que avançam a cada dia com diferentes pontos na mesma situação. O que será do ser humano daqui a cinco ou dez anos? Certamente vão querer inventar uma fórmula de medicamento que apague aquilo que não anda bem na cabeça do ser humano. O bom mesmo seria se as pessoas começassem a perceber o quanto é importante cuidar da saúde mental para descontinuar os efeitos do estresse e tantos outros problemas que afligem uma boa parcela da população mundial. Casos de suicídio que aumentam por causa da depressão, pelo excesso de trabalho e muito mais. Pessoas ingerido medicamentos sem o conhecimento médico, praticas de métodos desconhecidos ou pouco estudados para o alivio de problemas físicos e psicológicos, etc. Os problemas que a humanidade vive hoje são decorrentes de uma incrível falta de estrutura começando a partir da família. Você vai dizer que estou louca, mas pare você para analisar o que estou dizendo o que não quer dizer que é obrigado a concordar. Não se assuste porque não é privilégio nosso, todo mundo está nessa.
Enquanto inúmeros casos de estresse vão chegando aos consultórios e começa a matar, mais casos vão aparecendo de forma rápida e inicialmente indolor para o corpo e para o cérebro. A grande maioria das pessoas são resistentes a qualquer tipo de tratamento psicológico ou psiquiátrico porque levam consigo um velho tabu que diz que esses profissionais tratam apenas de loucos. E o que é a loucura? Muitos não saberiam responder essa questão. Cada pessoa tem uma ideia do que é a loucura, mas não a causa dessa mazela que acomete milhares de pessoas mundo a fora. Todas têm suas particularidades e ocorrem em graus diferentes. Por essa razão não podemos apenas achar que conseguimos entender o que ocorre por exemplo com quem sofre de esquizofrenia, depressão. transtornos diversos. Mas vamos a questão principal, que nos faz temer a visita ao psicólogo ou psiquiatra. Você não encontrará nada de mais, apenas uma pessoa que vai ouvir suas queixas e procurar ajudar a você compreende-las para que então sejam melhoradas. As pessoas que necessitam de apoio farmacológico o devem seguir com rigor, mas nunca sem o profissional especializado para esse acompanhamento . Mas, caso haja dúvida procure uma segunda opinião. Sempre busque por ajuda quando necessário, não deixando que as coisas fiquem piores a cada dia.
(Adriana Castro - Psicóloga)
Enquanto inúmeros casos de estresse vão chegando aos consultórios e começa a matar, mais casos vão aparecendo de forma rápida e inicialmente indolor para o corpo e para o cérebro. A grande maioria das pessoas são resistentes a qualquer tipo de tratamento psicológico ou psiquiátrico porque levam consigo um velho tabu que diz que esses profissionais tratam apenas de loucos. E o que é a loucura? Muitos não saberiam responder essa questão. Cada pessoa tem uma ideia do que é a loucura, mas não a causa dessa mazela que acomete milhares de pessoas mundo a fora. Todas têm suas particularidades e ocorrem em graus diferentes. Por essa razão não podemos apenas achar que conseguimos entender o que ocorre por exemplo com quem sofre de esquizofrenia, depressão. transtornos diversos. Mas vamos a questão principal, que nos faz temer a visita ao psicólogo ou psiquiatra. Você não encontrará nada de mais, apenas uma pessoa que vai ouvir suas queixas e procurar ajudar a você compreende-las para que então sejam melhoradas. As pessoas que necessitam de apoio farmacológico o devem seguir com rigor, mas nunca sem o profissional especializado para esse acompanhamento . Mas, caso haja dúvida procure uma segunda opinião. Sempre busque por ajuda quando necessário, não deixando que as coisas fiquem piores a cada dia.
(Adriana Castro - Psicóloga)
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domingo, 20 de agosto de 2017
Profissionais da Área de Saúde no Auxilio do Tratamento de Doenças Relacionadas ao Estresse
Engana-se quem pensa que somente os profissionais da Saúde Mental podem auxiliar pessoas com estresse. Para que isso ocorra, basta que o profissional interessado faça alguns cursos que poderão auxiliar em detectar pacientes que estão passando por esse grande mal que aflige hoje, milhares de pessoas em todo mundo. Se cada profissional se propuser a ajudar esses pacientes, os riscos que eles correm de desenvolver outras doenças que não aquela(s) que eles já tratam será menor. Procure orientação e ajude aqueles que precisam de nossos serviço.
sábado, 19 de agosto de 2017
Cuidados no uso, conservação e armazenagem de medicamentos
Antibióticos: O uso exagerado e sem controle torna as bactérias mais resistentes e difíceis de combater;
• Produtos naturais: Nem tudo que é natural faz bem! As plantas medicinais merecem um cuidado especial;
• Crianças, idosos, gestantes e mulheres que estão amamentando devem ter cuidados especiais com medicamentos;
• Evite tomar medicamentos orais com refrigerantes, chás e outras bebidas. A água é o melhor acompanhante na maioria das vezes;
• Nunca use bebida alcoólica junto com medicamentos;
• Só tome medicamento com o conhecimento de seu medico e receitados por ele;
• Nunca indique ou aceite indicações de medicamentos por pessoas que não são médicos;
• Verifique o prazo de validade na hora da compra e não guarde medicamentos com o prazo vencido;
• Cuidado com falsificações! Qualquer alteração na embalagem, no sabor, na cor ou forma comunique ao farmacêutico do local que comprou ou à empresa que fabricou;
• Não utilize medicamentos que sobraram;
• Não mude a dose, duração ou horários do tratamento sem falar com seu médico.
E qualquer problema comunique a ele;
• Só compre medicamentos em farmácias e drogarias;
• Guarde os medicamentos longe de crianças, em local adequado e na embalagem original, conservando a bula.
• Produtos naturais: Nem tudo que é natural faz bem! As plantas medicinais merecem um cuidado especial;
• Crianças, idosos, gestantes e mulheres que estão amamentando devem ter cuidados especiais com medicamentos;
• Evite tomar medicamentos orais com refrigerantes, chás e outras bebidas. A água é o melhor acompanhante na maioria das vezes;
• Nunca use bebida alcoólica junto com medicamentos;
• Só tome medicamento com o conhecimento de seu medico e receitados por ele;
• Nunca indique ou aceite indicações de medicamentos por pessoas que não são médicos;
• Verifique o prazo de validade na hora da compra e não guarde medicamentos com o prazo vencido;
• Cuidado com falsificações! Qualquer alteração na embalagem, no sabor, na cor ou forma comunique ao farmacêutico do local que comprou ou à empresa que fabricou;
• Não utilize medicamentos que sobraram;
• Não mude a dose, duração ou horários do tratamento sem falar com seu médico.
E qualquer problema comunique a ele;
• Só compre medicamentos em farmácias e drogarias;
• Guarde os medicamentos longe de crianças, em local adequado e na embalagem original, conservando a bula.
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Análise Preliminar de Riscos em Higiene Ocupacional
Ao realizar-se a antecipação ou o reconhecimento de riscos, e o seu competente registro dentro do PPRA, algumas necessidades são claras e dentre o mínimo a ser informado temos:
• o risco identificado
• as fontes existentes nos ambientes de trabalho
• eventuais trajetórias dos agentes até os expostos
• a existência de efeitos, queixas existentes, indicadores biológicos de exposições ou ao alterações de saúde existentes relacionados ao agente
• as medidas de controle existentes
DESCRIÇÃO DOS CAMPOS
Risco - risco ambiental identificado na antecipação ou no reconhecimento (alínea - 9.3.3).
Causa/fonte - especifica a causa da presença do risco ou a fonte que a produz. Inclui também a trajetória, se couber (alíneas b e c 9.3.3).
Efeito - inclui os efeitos conhecidos da literatura técnica. Pode incluir dados indicativos de possível comprometimento de saúde ou queixas existentes (alíneas f e g 9.3.3).
Categoria de Risco - categorias definidas em função das conseqüências (efeitos), que definirão prioridades básicas no PPRA em termos de controle.
Medidas de Controle - especifica as medidas de controle existentes. Podem incluir medidas básicas de controle a serem estudadas, ou adotadas imediatamente (alínea h- 9.3.3).
E/F - refere-se à medida de controle existente (E) ou futura (F), a ser estudada/implementada.
PONTOS IMPORTANTES
O formato básico da APR-HO é o dado como sugestão, a ser adequadamente configurado para cada empresa, segundo suas características: atividades contínuas (industriais), ou por fases (construções), sazonais, etc. Mais uma vez, enfatize-se que os exemplos dados como ilustrativos para o enquadramento nas categorias de risco não pretendem esgotar as possibilidades de inclusão. Certamente os higienistas experientes podem complementar estas idéias básicas, detalhando os critérios para agentes específicos, operações e atividades.
As categorias de risco são utilizadas primordialmente para definir prioridades de ação. Dessa forma, pode-se ter um sistema coerente de alocação de recursos e definição de metas (as quais podem ser também de médio e longo prazo, segundo a natureza do problema).
O nível de ação, um conceito novo a nível legal, e relativamente recente também tecnicamente, é importante indicador ocupacional, e utilizado no texto legal como em outros países. Uma vez excedido, certas ações devem ser desencadeadas no programa, a nível preventivo.
Tecnicamente, quando o NA é excedido para uma avaliação da exposição diária, há evidências, dentro de certas premissas estatísticas, de que em outros dias de trabalho o limite de tolerância esteja sendo excedido (mais precisamente, mais de 5% das demais jornadas, com 90% de confiança).
Para uma visão da distribuição das categorias de risco em função de achados quantitativos, observe-se o quadro 1.
Considerações finais - Ferramenta boa é aquela que é utilizada. A APR-HO é uma sugestão que visa agilizar a etapa de antecipação e reconhecimento de riscos do PPRA (especialmente, do primeiro PPRA), e reunir em um único formato de leitura, todos os principais dados requeridos, além de direcionar na seleção de prioridades e definição de metas. Segundo entendemos, pode perfeitamente integrar o documento base requerido na NR.
A APR-HO tem sido bem acolhida e adotada em empresas onde estamos apoiando a implementação do PPRA, assim como por profissionais higienistas, e se espera que possa ser de utilidade, pelo seu potencial de sistematização. Terá atingido seu objetivo, se auxiliar as empresas e os profissionais na prevenção dos riscos ambientais a que estão expostos os trabalhadores, objetivo final do próprio PPRA, como instrumento.
• o risco identificado
• as fontes existentes nos ambientes de trabalho
• eventuais trajetórias dos agentes até os expostos
• a existência de efeitos, queixas existentes, indicadores biológicos de exposições ou ao alterações de saúde existentes relacionados ao agente
• as medidas de controle existentes
DESCRIÇÃO DOS CAMPOS
Risco - risco ambiental identificado na antecipação ou no reconhecimento (alínea - 9.3.3).
Causa/fonte - especifica a causa da presença do risco ou a fonte que a produz. Inclui também a trajetória, se couber (alíneas b e c 9.3.3).
Efeito - inclui os efeitos conhecidos da literatura técnica. Pode incluir dados indicativos de possível comprometimento de saúde ou queixas existentes (alíneas f e g 9.3.3).
Categoria de Risco - categorias definidas em função das conseqüências (efeitos), que definirão prioridades básicas no PPRA em termos de controle.
Medidas de Controle - especifica as medidas de controle existentes. Podem incluir medidas básicas de controle a serem estudadas, ou adotadas imediatamente (alínea h- 9.3.3).
E/F - refere-se à medida de controle existente (E) ou futura (F), a ser estudada/implementada.
PONTOS IMPORTANTES
O formato básico da APR-HO é o dado como sugestão, a ser adequadamente configurado para cada empresa, segundo suas características: atividades contínuas (industriais), ou por fases (construções), sazonais, etc. Mais uma vez, enfatize-se que os exemplos dados como ilustrativos para o enquadramento nas categorias de risco não pretendem esgotar as possibilidades de inclusão. Certamente os higienistas experientes podem complementar estas idéias básicas, detalhando os critérios para agentes específicos, operações e atividades.
As categorias de risco são utilizadas primordialmente para definir prioridades de ação. Dessa forma, pode-se ter um sistema coerente de alocação de recursos e definição de metas (as quais podem ser também de médio e longo prazo, segundo a natureza do problema).
O nível de ação, um conceito novo a nível legal, e relativamente recente também tecnicamente, é importante indicador ocupacional, e utilizado no texto legal como em outros países. Uma vez excedido, certas ações devem ser desencadeadas no programa, a nível preventivo.
Tecnicamente, quando o NA é excedido para uma avaliação da exposição diária, há evidências, dentro de certas premissas estatísticas, de que em outros dias de trabalho o limite de tolerância esteja sendo excedido (mais precisamente, mais de 5% das demais jornadas, com 90% de confiança).
Para uma visão da distribuição das categorias de risco em função de achados quantitativos, observe-se o quadro 1.
Considerações finais - Ferramenta boa é aquela que é utilizada. A APR-HO é uma sugestão que visa agilizar a etapa de antecipação e reconhecimento de riscos do PPRA (especialmente, do primeiro PPRA), e reunir em um único formato de leitura, todos os principais dados requeridos, além de direcionar na seleção de prioridades e definição de metas. Segundo entendemos, pode perfeitamente integrar o documento base requerido na NR.
A APR-HO tem sido bem acolhida e adotada em empresas onde estamos apoiando a implementação do PPRA, assim como por profissionais higienistas, e se espera que possa ser de utilidade, pelo seu potencial de sistematização. Terá atingido seu objetivo, se auxiliar as empresas e os profissionais na prevenção dos riscos ambientais a que estão expostos os trabalhadores, objetivo final do próprio PPRA, como instrumento.
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As drogas e seus efeitos
Drogas
Definidas como toda substância, natural ou não, que modifica as funções normais de um organismo. A maioria das drogas são produzidas à partir de plantas (drogas naturais), como por exemplo a maconha, que é feita com Cannabis sativa, e o Ópio, proveniente da flor da Papoula. Algumas são produzidas em laboratórios (drogas sintéticas), como o Ecstasy e o LSD. A maioria delas causa dependência química ou psicológica, e podem levar à morte em caso de overdose. . Existem alguns exames médicos que conseguem detectar a presença de várias drogas no organismo – são chamados de Exames Toxicológicos.
As pessoas que tentam abandonar as drogas podem sofrer com a Síndrome de Abstinência, que são reações do organismo à falta da droga.
Tipos de drogas:
Drogas Naturais
• Maconha: uma das drogas mais populares, a maconha é consumida por meio de um enrolado de papel contendo a substância. É feita a partir da planta Cannabis sativa. Existe a variação chamada Skunk, com um teor de THC bastante elevado, bem como o Haxixe.
• Ópio: droga altamente viciante, o Ópio é feito a partir da flor da Papoula. Os principais efeitos são sonolência, vômitos e náuseas, além da perda de inteligência (como a maioria das drogas). Opiáceos: codeína, heroína, morfina, etc.
• Psilocibina: é uma substância encontrada em fungos e cogumelos, a Psilocibina tem como principal efeito as alucinações. Também é utilizada em pesquisas sobre a enxaqueca.
• DMT – Dimetiltriptamina: A principal consequência do seu consumo são perturbações no sistema nervoso central. Utilizada em rituais religiosos.
• Cafeína: é o estimulante mais consumido no mundo – está no café, no refrigerante e no chocolate.
• Cogumelos Alucinógenos: alguns cogumelos, como o Amanita muscaria podem causar alucinações.
Drogas Sintéticas
• Anfetaminas – Seu principal efeito é o estimulante. É muito utilizada no Brasil por caminhoneiros, com o objetivo de afastar o sono e poder dirigir por longos períodos.
• Barbitúricos – Um poderoso sedativo e tranquilizante, causa grande dependência química nos seus usuários.
• Ecstasy – Droga altamente alucinógena, causa forte ansiedade, náuseas, etc.
• LSD – Outro poderoso alucinógeno que causa dependência psicológica.
• Metanfetamina – Era utilizada em terapias em muitos países, mas foi banida pelo uso abusivo e consequências devastadores da droga.
Drogas Semi-Sintéticas
• Heroína – A heroína é uma das drogas mais devastadores, altamente viciante – causa rápido envelhecimento do usuário e forte depressão quando o efeito acaba.
• Cocaína e Crack – A cocaína é o pó produzido a partir da folha de coca, e o crack é a versão petrificada dessa droga. Altamente viciante, deteriora rapidamente o organismo do drogado, causando também perda de inteligência, alucinações, ansiedade, etc.
• Morfina – É uma droga utilizada principalmente para o alívio de dores em todo o mundo. Também causa dependência química nos seus usuários.
• Merla – droga produzida a partir da pasta de coca.
Outras Drogas:,
-Bebidas Alcoólicas
-Boa noite Cinderela
-Cola de Sapateiro
-Inalantes
-Lança Perfume
-Cigarro e os Males do Cigarro
-Charuto
-Narguilé
Definidas como toda substância, natural ou não, que modifica as funções normais de um organismo. A maioria das drogas são produzidas à partir de plantas (drogas naturais), como por exemplo a maconha, que é feita com Cannabis sativa, e o Ópio, proveniente da flor da Papoula. Algumas são produzidas em laboratórios (drogas sintéticas), como o Ecstasy e o LSD. A maioria delas causa dependência química ou psicológica, e podem levar à morte em caso de overdose. . Existem alguns exames médicos que conseguem detectar a presença de várias drogas no organismo – são chamados de Exames Toxicológicos.
As pessoas que tentam abandonar as drogas podem sofrer com a Síndrome de Abstinência, que são reações do organismo à falta da droga.
Tipos de drogas:
Drogas Naturais
• Maconha: uma das drogas mais populares, a maconha é consumida por meio de um enrolado de papel contendo a substância. É feita a partir da planta Cannabis sativa. Existe a variação chamada Skunk, com um teor de THC bastante elevado, bem como o Haxixe.
• Ópio: droga altamente viciante, o Ópio é feito a partir da flor da Papoula. Os principais efeitos são sonolência, vômitos e náuseas, além da perda de inteligência (como a maioria das drogas). Opiáceos: codeína, heroína, morfina, etc.
• Psilocibina: é uma substância encontrada em fungos e cogumelos, a Psilocibina tem como principal efeito as alucinações. Também é utilizada em pesquisas sobre a enxaqueca.
• DMT – Dimetiltriptamina: A principal consequência do seu consumo são perturbações no sistema nervoso central. Utilizada em rituais religiosos.
• Cafeína: é o estimulante mais consumido no mundo – está no café, no refrigerante e no chocolate.
• Cogumelos Alucinógenos: alguns cogumelos, como o Amanita muscaria podem causar alucinações.
Drogas Sintéticas
• Anfetaminas – Seu principal efeito é o estimulante. É muito utilizada no Brasil por caminhoneiros, com o objetivo de afastar o sono e poder dirigir por longos períodos.
• Barbitúricos – Um poderoso sedativo e tranquilizante, causa grande dependência química nos seus usuários.
• Ecstasy – Droga altamente alucinógena, causa forte ansiedade, náuseas, etc.
• LSD – Outro poderoso alucinógeno que causa dependência psicológica.
• Metanfetamina – Era utilizada em terapias em muitos países, mas foi banida pelo uso abusivo e consequências devastadores da droga.
Drogas Semi-Sintéticas
• Heroína – A heroína é uma das drogas mais devastadores, altamente viciante – causa rápido envelhecimento do usuário e forte depressão quando o efeito acaba.
• Cocaína e Crack – A cocaína é o pó produzido a partir da folha de coca, e o crack é a versão petrificada dessa droga. Altamente viciante, deteriora rapidamente o organismo do drogado, causando também perda de inteligência, alucinações, ansiedade, etc.
• Morfina – É uma droga utilizada principalmente para o alívio de dores em todo o mundo. Também causa dependência química nos seus usuários.
• Merla – droga produzida a partir da pasta de coca.
Outras Drogas:,
-Bebidas Alcoólicas
-Boa noite Cinderela
-Cola de Sapateiro
-Inalantes
-Lança Perfume
-Cigarro e os Males do Cigarro
-Charuto
-Narguilé
A HUMANIZAÇÃO NO ATENDIMENTO AO PACIENTE NAS UNIDADES INTENSIVAS
Existem milhares de pessoas nesse momento nos leitos hospitalares nas UTIs e CTIs dos hospitais Públicos e Particulares.
A demanda é grande e sabemos que em muitos hospitais não existe um número adequado de profissionais para fazer atendimento, e ainda para piorar as vagas são em um número muito inferior ao deveria ser na realidade.
Mas não vamos aqui falar da estrutura e sim das dificuldades que os profissionais e pacientes encontram nos atendimentos.
Os profissionais têm grandes dificuldades seja pela própria estrutura, seja pela falta de preparo, e o paciente por sua vez chega com diversos problemas além dos que o levaram a sua permanência no ambiente hospitalar. Juntando as duas coisas devemos imaginar o estresse que é para ambos.
Sabemos que o profissional da área de saúde, independente da sua posição (seja, médico, enfermeiro, atendente, etc)
Mas não vamos aqui falar da estrutura e sim das dificuldades que os profissionais e pacientes encontram nos atendimentos.
Os profissionais têm grandes dificuldades seja pela própria estrutura, seja pela falta de preparo, e o paciente por sua vez chega com diversos problemas além dos que o levaram a sua permanência no ambiente hospitalar. Juntando as duas coisas devemos imaginar o estresse que é para ambos.
Sabemos que o profissional da área de saúde, independente da sua posição (seja, médico, enfermeiro, atendente, etc)
sábado, 6 de maio de 2017
INSTITUIÇÃO X EQUIPE DE SAÚDE
A vida do Profissional da Saúde não é fácil, por muitos motivos. Enfrentamos problemas diversos que as vezes nos deixam desmotivados e até deprimidos.
Não é fácil lidar com a vida e a morte, mas esse é o nosso trabalho e fazemos não por obrigação, mas por amor.
A maioria dos acontecimentos que nos fazem sentir desanimados esta instaurado dentro das próprias instituições de saúde, sejam eles públicos ou privados. Poderia sitar um enorme número de situações que contribuem para que isso ocorra.
Primeiro vou falar das instituições de forma geral, o que vai permitir que você tenha uma ideia de como é.
Instituições mau administradas contribuem de forma negativa no trabalho dos vários setores da instituição, prejudicando a vida das equipes e dos pacientes. Isso faz com o atendimento seja deficiente e cheio de acontecimentos desnecessários.
A falta de recursos é outro fator que afeta em muito e vem própria deficiência da administração muitas das vezes.
A estrutura é um outro fator. Existem instituições que precisam se modernizar para acompanhar o desenvolvimento tecnológico, além de melhorar as acomodações para internações e salas de atendimento.
Esses fatores fazem com que o usuário dos serviços fiquem chateados e por tal acabem associando a equipe a estrutura.
Fato esse comum pois a desestrutura acarreta realmente em mau atendimento, erros dos menores aos mais graves, pois a equipe trabalha no limite.
Claro que não vamos aqui comparar os erros por todos esses itens que sitei com erros causados por falta de atenção ou despreparo. Esses já fazem de outro tema que poderemos falar em outra postagem.
Esse comentário é apenas para que fiquemos atentos e refletir cada situação. Pois mesmo com tantos problemas ainda assim podemos ter um atendimento mais humanizado, sem que desordem tome conta do ambiente de trabalho prejudicando ainda mais as tarefas das equipes.
Sei que não é fácil e não temos como fazer milagres, mas podemos sim conseguir fazer essa atividade tão importante e necessária com menos problemas. Porque por mais que falte essa tão preciosa estrutura, ainda assim, não devemos nos deixar levar pelo desanimo.
quarta-feira, 3 de maio de 2017
A Maternidade e o Abuso Físico e Psicológico à Paciente
Ser mãe é um momento de muita emoção, onde vários sentimentos veem a tona de forma quase mágica! Mas, nem sempre as futuras mamães têm o tratamento que seria o ideal para que tenham um pré e um pós parto tranquilo e saudável. Seria maravilhoso se todas elas tivessem realmente a atenção e os cuidados que merecem, independente de ser um momento mais que especial. Infelizmente alguns profissionais, que seriam os primeiros a darem esse apoio e atendimento, são os causadores de vários transtornos nesse momento. Eu mesma presenciei em várias ocasiões atitudes nada éticas e muito menos humanas por parte desses tais profissionais. Fiquei consternada e muito surpresa ao me deparar com algumas situações no momento em que a paciente entrava na sala de parto. Em uma das ocasiões a enfermeira dizia à paciente: - Tá gostando? Na hora de fazer foi bom não é? Revirou os olhinhos e tudo mais! Agora está aqui GRITANDO e não somos obrigados a ficar ouvindo isso. Em outra ocasião ouvi a técnica e a enfermeira dizendo a paciente que se ela não parasse de gritar que iria amordaça-la. E não fica por ai, pois alguns técnicos (as) e enfermeiros (as) que ameaçam as pacientes, falam coisas para aterrorizar, agridem verbalmente e psicologicamente. Sinceramente não acredito que falte apenas profissionalismo, ética, mas amor, respeito pelo ser humano. Existem profissionais que não se enquadram em profissões em que se tenha que cuidar de um ser humano. Para que uma pessoa possa fazer isso, deve ter o pré requisito mais importante de um currículo, AMOR para com o próximo. É fundamental que sejamos pessoas que se preocupem realmente com o bem estar do próximo, que doemos nossa paciência e respeito em benefício de outrem. Não adianta de nada se ter cursos de especialização, conhecimento técnico disso ou daquilo se não se tem o fundamental. Que profissional será esse que não consegue se colocar no lugar do outro e entender sua aflição, sua dor e seu medo? Será que em algum momento ele (a) se perguntou se realmente essa era a profissão ideal para si? Não podemos deixar que esse tipo de ocorrência continue acontecendo todos os dias seja em um hospital público ou particular. Ser um profissional consciente de seus atos faz com que seu trabalho seja o mais humano possível, seja na maternidade ou qualquer outro setor em que se faça necessária a presença de seus serviços. O código de ética profissional é bem claro quanto a isso, por tanto essa é uma ocorrência plausível de punição. Caso você presencie ou passe por tal situação, não exite em denunciar, sendo profissional da saúde ou não.
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domingo, 16 de abril de 2017
Um jogo que convida os participantes ao suicídio
O nome do jogo sugere que seja apenas uma simples brincadeira. Mas por trás existe muita crueldade. Quem criou o jogo certamente não é uma pessoa que tenha bons pensamentos e que muito provavelmente vive em um mundo cruel criado por sua perversão. O alerta que venho fazer é sobre uma questão muito séria e que pode de alguma forma penetrar em seu mundo se nada for feito para que isso não aconteça. Infelizmente uma grande maioria de jovens estão expostos a todo tipo de conteúdos impróprios e que põe em risco sua integridade física e psicológica. Mediante a isso precisamos certamente fazer algo que iniba esse tipo de atividades. Não precisamos ser drástico a ponto de proibir o uso da internet, mas, sermos cauteloso e estar sempre acompanhando as atividades dos jovens nos veículos de comunicação.
Acredito que conversar com os jovens a respeito dos riscos é crucial na tentativa .de diminuirmos os inúmeros casos que vem surgindo em tão pouco tempo.
A sociedade hoje já esta passando por uma desestruturação que nos faz repensar a educação dos jovens em seus lares. Nos faz perceber que muitas coisas estão em desalinho com a realidade.. Fato é que num mundo em que temos muito mais chances de desenvolvimento em diversos aspectos, sofremos justamente com a questão COMUNICAÇÃO. Temos muitos meios para nos comunicar independente da distância, da hora, do lugar, mas estamos fazendo o inverso. Parece que todo esse esforço para encurtar as distâncias está passando por um processo doloroso de falta de comunicação. Temos tudo para nos comunicar melhor e não estamos sabendo utilizar os meios. Por esse fator, as pessoas estão se afastando e dando brechas para um INTRUSO fazer o que quer e bem entende bem diante de nós. Por esse afastamento não existem mais diálogos saudáveis, o aperto de mão, o abraço, o olho no olho. O DESCONHECIDO tem mais importância para os jovens do que aqueles que o cercam, mas estão alheios a ele.
Devemos ficar atentos não apenas com esse jogo, mas com tudo que cerca nossos jovens. Conversar mais e passar mais tempo com eles é muito importante. Que seja em algum momento do dia, mas que seja.
Fica o alerta a todos, não esquecendo que a COMUNICAÇÃO esta a seu favor,
domingo, 22 de janeiro de 2017
Suicídio tem explicação?
Não temos como mensurar o sofrimento de um ser humano que é atormentado pela vontade de dar fim a própria vida.
Muitas pessoas vão simplesmente dizer que é frescura, que a pessoa quer chamar a atenção por estar sentindo pena de si, etc.
O suicídio é um problema de saúde pública não de forma isolada, mas no mundo inteiro. Não se tem dados exatos do número de suicídios que ocorrem, temos apenas estimativas que nos orientam e dão uma ideia de quantas pessoas cometem suicídio anualmente. Mas com base em dados que foram disponibilizados, podemos dizer que o suicídio é responsável por 10 a 15 mortes a cada 100.000 pessoas por ano e que para cada suicídio, existam 20 tentativas mal sucedidas. Por idade existe uma variação global, de 1,1/100.000 a 51,6/100.000 (OMS,2002), com essa variabilidade de dados, as comparações entre países torna-se praticamente impossível.
Atualmente em alguns países o índice diminuiu,ou estabilizou, o que não quer dizer que devemos parar de nos preocupar, pois mesmo com índices mais baixos em algumas nações, em outras ocorreu o inverso.
Compreender o suicídio é impossível, já que não existe um fator único para que alguém o pratique. Os fatores são múltiplos e ocultos, fazendo com que torne-se impraticável uma única ação na evitação do ato. Muitos potenciais suicidas não são capazes de dizer o motivo exato que as levam a pensar em dar um fim em suas vidas. Esse processo leva tempo para ocorrer e em seu trajeto existe um sofrimento profundo inexplicável, culminando com a decisão de terminar com a própria vida.
Vejamos alguns fatores que levam um indivíduo ao suicídio:
- alívio das dores psicológicas ou físicas, de natureza emocional;
- desesperança;
- doença estigmatizante;
- alucinações auditivas de comando com conteúdo homicida ou auto-lesivo;
- intoxicação aguda;
- fuga do desespero e do sofrimento;
- delírios grandiosos ou bizarros;
- devoção religiosa;
- uma forma de encontrar um amor falecido;
- uma forma de preservar a honra da família;
- um meio de renascimento;
- um método de vingança;
- um testemunho de nacionalista ou político;
- um meio de tentar reconciliação.
Os profissionais de saúde devem saber reconhecer, avaliar e administrar o paciente suicida, pois muitos de seus pacientes em algum momento de suas vidas podem encarar a possibilidade de suicídio. Muitos pacientes que fazem planos suicidas ou tem pensamentos suicidas, mudarão de ideia antes de tentar o suicídio. Alguns tentam e não são bem-sucedidos, seguindo posteriormente suas vidas produtivamente. Para outros, uma tentativa de suicídio é um evento que o leva a ter o primeiro contato com um profissional que os ajude a enfrentar o problema. Algumas dessas pessoas podem estar sofrendo de algum transtorno mental, que poderá ter tratamento adequado, Elas podem estar sofrendo de doenças físicas crônicas, outras sofrendo sobrecarregadas de estressores ambientais. Em qualquer que seja a situação, elas podem considerar o suicídio como uma solução variável para seus problemas, ou ainda a única maneira de acabar com o sofrimento. O profissional que está alerta ao risco de suicídio, sabendo identificar e promover intervenções adequadas para o indivíduo suicida, faz com que o profissional de saúde seja capaz de acompanhar o paciente na escolha pela vida e não pela morte. Existem muitos fatores que estão ligados as tendências suicidas, como religiosos, culturais, socioeconômicos e mesmo geográficos. Os profissionais de saúde de diversos países e regiões devem estar preparados para promover intervenções independente do contexto, que diferem, mas os indivíduos são semelhantes.
( Texto escrito baseado no Manual para Profissionais de Saúde - Manejo do Risco de Suicídio do Dr. Stan Kutcher e Drª. Sonia Chehil - Médicos Psiquiatras).
Muitas pessoas vão simplesmente dizer que é frescura, que a pessoa quer chamar a atenção por estar sentindo pena de si, etc.
O suicídio é um problema de saúde pública não de forma isolada, mas no mundo inteiro. Não se tem dados exatos do número de suicídios que ocorrem, temos apenas estimativas que nos orientam e dão uma ideia de quantas pessoas cometem suicídio anualmente. Mas com base em dados que foram disponibilizados, podemos dizer que o suicídio é responsável por 10 a 15 mortes a cada 100.000 pessoas por ano e que para cada suicídio, existam 20 tentativas mal sucedidas. Por idade existe uma variação global, de 1,1/100.000 a 51,6/100.000 (OMS,2002), com essa variabilidade de dados, as comparações entre países torna-se praticamente impossível.
Atualmente em alguns países o índice diminuiu,ou estabilizou, o que não quer dizer que devemos parar de nos preocupar, pois mesmo com índices mais baixos em algumas nações, em outras ocorreu o inverso.
Compreender o suicídio é impossível, já que não existe um fator único para que alguém o pratique. Os fatores são múltiplos e ocultos, fazendo com que torne-se impraticável uma única ação na evitação do ato. Muitos potenciais suicidas não são capazes de dizer o motivo exato que as levam a pensar em dar um fim em suas vidas. Esse processo leva tempo para ocorrer e em seu trajeto existe um sofrimento profundo inexplicável, culminando com a decisão de terminar com a própria vida.
Vejamos alguns fatores que levam um indivíduo ao suicídio:
- alívio das dores psicológicas ou físicas, de natureza emocional;
- desesperança;
- doença estigmatizante;
- alucinações auditivas de comando com conteúdo homicida ou auto-lesivo;
- intoxicação aguda;
- fuga do desespero e do sofrimento;
- delírios grandiosos ou bizarros;
- devoção religiosa;
- uma forma de encontrar um amor falecido;
- uma forma de preservar a honra da família;
- um meio de renascimento;
- um método de vingança;
- um testemunho de nacionalista ou político;
- um meio de tentar reconciliação.
Os profissionais de saúde devem saber reconhecer, avaliar e administrar o paciente suicida, pois muitos de seus pacientes em algum momento de suas vidas podem encarar a possibilidade de suicídio. Muitos pacientes que fazem planos suicidas ou tem pensamentos suicidas, mudarão de ideia antes de tentar o suicídio. Alguns tentam e não são bem-sucedidos, seguindo posteriormente suas vidas produtivamente. Para outros, uma tentativa de suicídio é um evento que o leva a ter o primeiro contato com um profissional que os ajude a enfrentar o problema. Algumas dessas pessoas podem estar sofrendo de algum transtorno mental, que poderá ter tratamento adequado, Elas podem estar sofrendo de doenças físicas crônicas, outras sofrendo sobrecarregadas de estressores ambientais. Em qualquer que seja a situação, elas podem considerar o suicídio como uma solução variável para seus problemas, ou ainda a única maneira de acabar com o sofrimento. O profissional que está alerta ao risco de suicídio, sabendo identificar e promover intervenções adequadas para o indivíduo suicida, faz com que o profissional de saúde seja capaz de acompanhar o paciente na escolha pela vida e não pela morte. Existem muitos fatores que estão ligados as tendências suicidas, como religiosos, culturais, socioeconômicos e mesmo geográficos. Os profissionais de saúde de diversos países e regiões devem estar preparados para promover intervenções independente do contexto, que diferem, mas os indivíduos são semelhantes.
( Texto escrito baseado no Manual para Profissionais de Saúde - Manejo do Risco de Suicídio do Dr. Stan Kutcher e Drª. Sonia Chehil - Médicos Psiquiatras).
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